Sei que nunca me amaste. Sei que nunca estiveste com a cabeça onde estavas com o corpo. Sei que odeias a tua vida e fazer tudo para não te lembrares disso. Sei, meu amor, sei. A vida é uma merda 90% do tempo.
Sei que nunca precisaste de mim e tu que tudo o que dizias eram meras palavras para me meter a sorrir. Sei que sabias que eu sabia que me estavas a enganar mas, mesmo assim não paraste. Eu perdoo-te, meu anjo, eu perdoo-te como sempre perdoei.
Sei que não te fazia feliz e que discutíamos a maior parte do tempo, mas, supostamente, quem discute é porque se importa. Eu discutia porque te amava e tu discutias porque não me amas mas sabia o quão louca eu era por ti. E eu perdoo-te por isso também.
Sei que não me deixavas porque gostavas do poder que tinhas em mim, e eu deixava, mesmo sabendo que não devia.
Sei que quando estavas comigo, não querias estar comigo mas sim com outras.
Sei que me prometeste uma vida e que me irias amar para todo o sempre e eu fingi que acreditei. Fingi que acreditei com um sorriso na cara e os olhos a brilhar. Mas, meu amor, não era de felicidade que eles brilhavam senão de tristeza.
Fui forte por ti, fui forte por ti porque só te queria para mim e, mesmo vivendo uma ilusão, eu queria estar contigo e queria que me amasses, só a mim. Perdoa-me o egoísmo.
Eu aguentei tudo até hoje, mas hoje estou cansada. Cansada de esperar por quem nunca vai chegar e de amar alguém que não quer saber.
Perdoa-me, meu bem, mas hoje tenho de ir.
Reparei que, com ou sem ti, o sol continua a nascer todos os dias, já não está tanto frio assim e a cama já não parece tão vazia. Perdoa-me, meu amor, mas hoje tenho de ir.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Dizes tu
Dizes que me amas mas eu sei que não passa de uma ilusão. Dizes que precisas de mim mas eu sei que te estás pouco fodendo para mim. Dizes que é em mim que pensas às três da manhã quando a casa está silenciosa mas os teus pensamentos gritam mais alto que nunca. Dizes que é por mim que choras quando ninguém está a ver. Eu podia continuar esta lista quase infinita das mentiras que me contas mas, estou cansada, sabes?
Dizes para esperar por ti, só mais um segundo, só mais um minuto e esse segundo e minuto transformam-se numa hora, num dia, numa semana, num mês, num ano. A verdade é que estou há 3 anos à espera e estou a começar a fartar-me. Sei bem que quem ama espera o que for preciso mas, quem ama não mente também.
Não sei se é por nos amarmos demasiado ou por nunca nos termos amado. Há tantas coisas que não entendo.
Para quê existe a dor se já existe o amor?
Para quê existe o amor se já existes tu?
Dizes para esperar por ti, só mais um segundo, só mais um minuto e esse segundo e minuto transformam-se numa hora, num dia, numa semana, num mês, num ano. A verdade é que estou há 3 anos à espera e estou a começar a fartar-me. Sei bem que quem ama espera o que for preciso mas, quem ama não mente também.
Não sei se é por nos amarmos demasiado ou por nunca nos termos amado. Há tantas coisas que não entendo.
Para quê existe a dor se já existe o amor?
Para quê existe o amor se já existes tu?
sábado, 26 de dezembro de 2015
Hoje deitei-me cedo. Decidi dormir com as luzes apagadas, não sei o que me deu porque sempre tive medo do escuro, lembras-te?
Mas hoje o escuro parece-me ser confortante.
Meti fones e pus uma lista de músicas calmas a dar. Não falei contigo hoje. Não falo contigo há semanas. E isso dói.
Não consigo adormecer. Apetece-me sentar-me na cama e olhar pela janela, talvez ver as estrelas. Talvez ver-te nelas.
Sento-me na cama. Olho pela janela. Está tudo desfocado. Será do choro ou do meu astigmatismo? Não preciso de olhar para o céu. Nem consigo.
Sinto-me serena. Que sensação estanha. Parece que já chorei tudo. Parece que a tamanha tristeza está a passar.
Às vezes temos de ficar tristes para ficarmos bem. Se é que isto faz sentido.
Olho pela janela e não te vejo. Os candeeiros da rua estão a brilhar. Eu também brilhava quando te via, mesmo quando estava triste. Agora só estou triste.
O escuro parece acolhedor hoje. Abraço-me ao escuro como queria abraçar-me a ti. E adormeço.
Espero que durmas bem. Boa noite, meu amor.
Aqui e ali, em todo o lado
Amo-te.
Vou te sempre amar.
Nos meus dias bons e nos meus dias maus.
Vou amar-te todos os dias e mais a cada segundo que passa.
Vou amar-te aqui e ali, em todo o lado.
Vou amar-te quando precisares, quando a tristeza te invadir a alma, quando sentires que não aguentas mais e as tuas lágrimas começarem a cair formando um oceano para te afogares nele. Vou dar-te um beijo para secar as lágrimas, agarrar na tua mão para não desabares. Vou abraçar-te até ficarmos sem fôlego e vou sussurrar-te ao ouvido que vai ficar tudo bem porque nunca te irei deixar. E nunca o farei.
E vou te sempre amar.
Vou te fazer feliz e aproveitar cada segundo para que te sintas especial, para te fazer ver que há quem se importe contigo.
E vou te amar. Até o mundo acabar. Até não conseguir mais. Até o sol desaparecer e as águas do mar secarem.
Eu vou te amar. Independentemente do que acontecer. Brigas, lágrimas, o que quer que seja. Eu vou te amar.
Vou fazer-te companhia quando te sentires sozinho mesmo que o silêncio seja a única coisa que partilharemos.
Vou rezar para que durmas bem à noite e para que tenhas um bom dia. Por ti vou ao limite. Afogo-me e volto à vida. Por ti vou ao fim do mundo.
E vou te amar. Agora e sempre e cada vez mais. Quer às duas da manhã quando estás a transbordar de pensamentos, quer às cinco da tarde quando estás ocupado com as tuas tarefas.
Vou te amar quando não precisares, quando me recusares, quando me odiares. Vou ser persistente. Vou agarrar na tua mão e vou te amar.
Não prometo não falhar na vida, mas prometo não falhar no amor.
Vou te sempre amar.
Nos meus dias bons e nos meus dias maus.
Vou amar-te todos os dias e mais a cada segundo que passa.
Vou amar-te aqui e ali, em todo o lado.
Vou amar-te quando precisares, quando a tristeza te invadir a alma, quando sentires que não aguentas mais e as tuas lágrimas começarem a cair formando um oceano para te afogares nele. Vou dar-te um beijo para secar as lágrimas, agarrar na tua mão para não desabares. Vou abraçar-te até ficarmos sem fôlego e vou sussurrar-te ao ouvido que vai ficar tudo bem porque nunca te irei deixar. E nunca o farei.
E vou te sempre amar.
Vou te fazer feliz e aproveitar cada segundo para que te sintas especial, para te fazer ver que há quem se importe contigo.
E vou te amar. Até o mundo acabar. Até não conseguir mais. Até o sol desaparecer e as águas do mar secarem.
Eu vou te amar. Independentemente do que acontecer. Brigas, lágrimas, o que quer que seja. Eu vou te amar.
Vou fazer-te companhia quando te sentires sozinho mesmo que o silêncio seja a única coisa que partilharemos.
Vou rezar para que durmas bem à noite e para que tenhas um bom dia. Por ti vou ao limite. Afogo-me e volto à vida. Por ti vou ao fim do mundo.
E vou te amar. Agora e sempre e cada vez mais. Quer às duas da manhã quando estás a transbordar de pensamentos, quer às cinco da tarde quando estás ocupado com as tuas tarefas.
Vou te amar quando não precisares, quando me recusares, quando me odiares. Vou ser persistente. Vou agarrar na tua mão e vou te amar.
Não prometo não falhar na vida, mas prometo não falhar no amor.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Café de dose dupla
Eu até diria que tenho saudades tuas e da tua pele mas, a verdade, é que eu quero que te fodas.
A tua ausência fez-me entender que, talvez não sejas tudo o que eu preciso para respirar e que um cigarro, acompanhado por um café de dose dupla, também me sabem fazer companhia. Também me sabem ouvir e, acima de tudo, respeitar as minhas decisões.
Ontem cometi uma loucura e tu nem sabes.
Eu até te mandava à merda mas, foda-se, eu amo-te tanto.
A tua ausência fez-me entender que, talvez não sejas tudo o que eu preciso para respirar e que um cigarro, acompanhado por um café de dose dupla, também me sabem fazer companhia. Também me sabem ouvir e, acima de tudo, respeitar as minhas decisões.
Ontem cometi uma loucura e tu nem sabes.
Eu até te mandava à merda mas, foda-se, eu amo-te tanto.
Talvez eu seja estúpida
A minha vida resume-se ao teu cheiro, à tua pele e à maneira como me olhas quando estou a dormir nos teus braços. Que ordinário e perfeito.
Talvez eu seja estúpida por te deixar escravizar-me ou talvez simplesmente apaixonada, até ao fundo dos ossos. Como sempre, desde sempre e para sempre. E talvez, só talvez, eu perceba um bocadinho de amor.
O amor acontece quando tu aconteces. Quando nós acontecemos. Quando estamos juntos debaixo dos lençóis brancos acabamos de sair da máquina ou quando pegamos em dois comandos e vamos jogar playstation. Só sei que o amor é o que temos. Aquilo que já vivemos e aquilo que ainda temos para viver.
Talvez eu seja estúpida por te deixar escravizar-me ou talvez simplesmente apaixonada, até ao fundo dos ossos. Como sempre, desde sempre e para sempre. E talvez, só talvez, eu perceba um bocadinho de amor.
O amor acontece quando tu aconteces. Quando nós acontecemos. Quando estamos juntos debaixo dos lençóis brancos acabamos de sair da máquina ou quando pegamos em dois comandos e vamos jogar playstation. Só sei que o amor é o que temos. Aquilo que já vivemos e aquilo que ainda temos para viver.
A minha vida resume-se a ti. E ai de quem me chame estúpida.
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