quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Então e tu?

Afinal qual é a definição de felicidade?
É quando estás no meio de uma multidão, onde estão todos felizes e tu sorris porque estão todos a fazer o mesmo? Que ordinário, secante.

Então e tu? E tu? O que é que tu sentes? Quando é que te sentes em casa mesmo não estando em casa?
O que é que te arranca os sorrisos mais verdadeiros? Aliás, não tem, necessariamente, de ser uma coisa, ou um lugar. Pode ser uma pessoa. Um momento. Pára e pensa: o que é que te faz feliz?
Ignora o que toda e qualquer pessoa poderá julgar e vai atrás da tua felicidade. Corre. Corre até não aguentares mais. Mas chega lá. E agarra-te à felicidade como tudo o que tens.
E eu? Posso agarrar-me a ti?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Posso ir ter contigo agora?

Ontem, a caminho de casa, vi um casal de velhinhos. Era de noite e eles estavam a passear, juntos, de mãos dadas. Vi como a senhora olhava o seu marido, o amor da sua vida e isso fez-me acreditar ainda mais no amor. Fez-me realmente pensar que podemos passar a vida toda com a nossa pessoa preferida.
Passei por eles, baixei a cabeça e sorri.
Pensei em ti e pensei no quão bom seria termos algo assim. Já viste? Ficarmos juntos até sermos velhinhos. E até depois de sermos velhinhos. Perfeito.
Estás doente e estás longe e isso parte-me tanto o coração. Daria tudo para poder estar contigo e tomar conta de ti.
Tenho saudades tuas. Do teu sorriso e das tuas mãos. De estar abraçada a ti e de deixar o teu cheiro invadir a minha roupa e, de seguida, a minha pele. Tenho saudades de sentir a tua mão a dar-me uma festa na cara. Tenho tantas saudades tuas.
Como terá sido a vida daquele casal? Qual será a história deles? E nós? Como será a nossa vida? Como continuará a nossa história?
Isso pouco interessa. Desde que seja nossa.
Posso ir ter contigo agora? Tenho urgência de ti.